Boa noite, amigos. Espero que vocês tomem o post de hoje como motivante, pois, ao contrario do que pode parecer, é a minha real e sincera intenção.
No Brasil a educação se dá em quatro etapas: Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino médio e Ensino Superior. Sem demérito, provavelmente, você também não se lembre muita coisa da sua educação infantil. No Ensino Fundamental, as matérias tomaram forma, estudos sociais se desdobraram em história e geografia. No Ensino Médio, a sua responsabilidade aumentava enquanto a do professor diminuía. Já no ensino superior, o sucesso passa a depender exclusivamente de você.
A expectativa de vida média do brasileiro em 2009 é de 72,8 anos (IBGE). Suponho que esse número deve ser maior entre os indivíduos com nível superior, devido a qualidade de vida ser diretamente proporcional a renda que, por sua vez, também mantém proporcionalidade com a escolaridade.
Até obter um diploma de nível superior, o indivíduo despende, em media, de 23 anos de vida. Tomando uma expectativa de vida de 80 anos para graduados, significa que houve a necessidade do investimento de 28% da sua vida em um diploma. É necessário entendermos que esses 28% são importantes em sua totalidade, e não somente na porcentagem correspondente ao ensino superior.
No formato da educação superior brasileira, quando se inicia a carreira acadêmica parte do que foi aprendido é deixada para trás. Se escolhermos a engenharia, rompemos o vínculo com história, geografia, biologia. Se optarmos por direito ou medicina, provavelmente encerramos o contato com algumas das disciplinas consideradas exatas. Altamente importante para quaisquer noções básicas de administração de um escritório ou de uma clínica.
Cabe a nós, em iniciativas individuais, buscarmos a manutenção do conhecimento obtido durante praticamente 20 anos das nossas vidas através do investimento em leituras e experiências paralelas que agreguem valores culturais e nos forcem a relembrar e fixar as informações que ontem nos passaram, mas que hoje nos forçam a esquecer.
O conhecimento não vem do nada, ele é adquirido por experiências que temos no cotidiano, nos relacionamentos e no acúmulo de informações que obtemos através dos estudos, pesquisas e etc.
ResponderExcluirCabe a cada um de nós, tornarmos essa 'dinâmica' de acúmulo de experiências e informações cada vez mais freqüentes em nossas vidas, para que possamos atribuir valores ricos e positivos no nosso futuro.
Invista em si mesmo!
Uma das coisas que eu mais sinto falta da minha época de pré-vestibular era esse conhecimento universal, sabia um pouco de tudo, e parece quanto mais vou para frente mais me pedem para me focar, isso me sufoca um pouco, porém vou de encontro ao conceito das especialidades, de ser muito bom em alguma coisa.
ResponderExcluirTalvez tenha sido isso que tenha me levado a fazer o curso de graduação que eu escolhi, que por mais que o profissional for se expecializar em uma área, ele é bem reconhecido pela sua visão sistêmica, e isso tento trabalhar em mim.
Talvez por isso também que no início da minha adolecencia queria ser jornalistas, mas vejo uns por ai falando tanta besteira e as vezes desinformando, que eu agradeço a Deus por uma orientação para uma formação diferente
Alguém sabe qual a importância do fitoplâncton na cadeia alimentar?